SUAVE
Enquanto durar meu sofrimento,
Que eu tenha o corpo forte,
A alma apaziguada,
O espírito humilde
E uma serenidade no olhar
Que o faça produzir
Sua própria luz,
Para quando a tempestade
Que circunda o meu viver,
Romper suas comportas
E como uma avalanche
Iniciar seu ciclo de destruição,
Encontre em mim suavidade tanta,
Que ao contrário de lançar-me
Às rochosas margens de causas já perdidas,
Levar-me á flutuar incólume,
Até que a orientação do destino,
E, somente ela,
Faça-me conforme sua vontade.
Que eu tenha o corpo forte,
A alma apaziguada,
O espírito humilde
E uma serenidade no olhar
Que o faça produzir
Sua própria luz,
Para quando a tempestade
Que circunda o meu viver,
Romper suas comportas
E como uma avalanche
Iniciar seu ciclo de destruição,
Encontre em mim suavidade tanta,
Que ao contrário de lançar-me
Às rochosas margens de causas já perdidas,
Levar-me á flutuar incólume,
Até que a orientação do destino,
E, somente ela,
Faça-me conforme sua vontade.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
mgran@urbi.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário