Nossa poeta nos fala da prisão que nos mesmos criamos e que vivemos em função de acreditar em fatos e idéias preconcebidas por outrem, necessitando o pensamento próprio e personalista para nos libertar.
ARQUÉTIPOS
Ignoto estigma
Que assombra mentes
Confundindo a ilusão
Com o real.
Invisível aura que dá fé
À visões,
Substancia sonhos
E materializa imagens.
Recorre a arquivos do inconsciente,
Ressuscitando etéreas moléculas
De uma história escrita talvez,
Por um irrecuperável vento.
Desperta o sono de antigos arquétipos,
E os defronta com a suposta luz
De uma presunçosa consciência.
Instala-se então uma guerra
Entre mundos opostos,
Sem escrúpulos,
Trava-se a luta
Usando mente e corpo
Como campo de batalha.
Sem piedade escraviza o espírito,
Que ora respira dos ares da consciência
Ora submerge nas trevas do inconsciente.
Sem parâmetros, e destroçado pela
Disputa interna,
Refugia-se para amenizar o sofrimento,
O espírito, na loucura.
Que assombra mentes
Confundindo a ilusão
Com o real.
Invisível aura que dá fé
À visões,
Substancia sonhos
E materializa imagens.
Recorre a arquivos do inconsciente,
Ressuscitando etéreas moléculas
De uma história escrita talvez,
Por um irrecuperável vento.
Desperta o sono de antigos arquétipos,
E os defronta com a suposta luz
De uma presunçosa consciência.
Instala-se então uma guerra
Entre mundos opostos,
Sem escrúpulos,
Trava-se a luta
Usando mente e corpo
Como campo de batalha.
Sem piedade escraviza o espírito,
Que ora respira dos ares da consciência
Ora submerge nas trevas do inconsciente.
Sem parâmetros, e destroçado pela
Disputa interna,
Refugia-se para amenizar o sofrimento,
O espírito, na loucura.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
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