Para onde vamos, qual é o destino de cada um de nós nesta vida e ainda... como vamos chegar lá. Nosso poeta nos coloca as dúvidas em uma bela métafora.
QUASE BÊBADO
Sigo com passos vacilantes
A trajetória do improvável
Infinito.
Sem norte a cumprir,
Deixo ao vento a responsabilidade
Da aleatória rota.
Não temo a direção do vento,
Tampouco, sua velocidade,
Se sou atirado aos rochedos,
Ou se sou salvo por uma ilha.
Com o rigor do nada,
Contemplo as paisagens
Que me são impostas.
Respiro do vácuo
Que me é oferecido
Como sobra dos que souberam
Escolher,
E durmo com imagens
Sem parâmetro com o real,
Até acordar, e então sonhar
Que só o acaso me conduz.
A trajetória do improvável
Infinito.
Sem norte a cumprir,
Deixo ao vento a responsabilidade
Da aleatória rota.
Não temo a direção do vento,
Tampouco, sua velocidade,
Se sou atirado aos rochedos,
Ou se sou salvo por uma ilha.
Com o rigor do nada,
Contemplo as paisagens
Que me são impostas.
Respiro do vácuo
Que me é oferecido
Como sobra dos que souberam
Escolher,
E durmo com imagens
Sem parâmetro com o real,
Até acordar, e então sonhar
Que só o acaso me conduz.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
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