Deveríamos aprender com os erros do passado, não? Parece que, este escritor que vos fala, não tem esta capacidade. Vejam porque no conto aí embaixo.
Eu nunca vou entender as mulheres! Nunca, mesmo! Expurgo meus pecados todas as semanas aqui neste blog, mas continuo sem conseguir este ato simples, mas de imensa dificuldade. Confesso minha ignorância total! Mas por quê deste desabafo? Simples, após um ano de vida do blog, continuo cometendo as mesmas besteiras e vivenciando as mesmas situações, que todas as semanas escrevo sobre elas. Pensei, até mesmo em não contar isto aqui, mas não posso fazê-lo sem me colocar como uma pessoa falsa, já que conto sempre estórias de terceiros bem próximos a mim. Esta sou o protagonista, ou melhor dizendo... o antagonista deste conto.
Me apaixonei por uma colega de trabalho, tentei conquistá-la mostrando meus sentimentos e cortejando-a, mas não funcionou. Ela estava apaixonada por um grande amigo meu que, também, trabalhava no mesmo lugar. Nada errado com isso, pelo contrário, achei a decisão dela a mais correta possível. Ele era mais jovem, bem mais bonito e tinha uma situação mais estável que a minha. O relacionamento aconteceu e esqueci dela. Mas tenho que confessar, sempre fica aquele gostinho de derrota no ar, não? A rejeição sempre é difícil de lidar. Por mais que diga que não, você sempre fica um pouco ressentido e quer uma revanche.
Pois bem, ela veio! Algum tempo depois de ser rejeitado, a menina por quem estava atraído, terminou seu relacionamento com meu amigo. Voltamos a trabalhar junto e confesso que todo o sentimento anterior retornou, como se nunca houvesse sido rejeitado por ela. Acabamos saindo e iniciamos nosso namoro. Apesar do meu forte desejo por ela, o relacionamento estava morno e sem graça, na verdade, estava bem chato, pois não tínhamos quase nada a ver um com outro, mas fomos empurrando com a barriga aquela estória toda errada. Ninguém gosta de admitir que errou.
Tive que fazer uma viagem no mês de setembro e fiquei cinco dias fora. Em uma noite, conheci uma menina e acabei indo para a cama com ela. Normal! Mas percebi, então, que, realmente, não gostava da minha namorada, só queria dar a famosa revanche as rejeição que sofrera, ou seja, estava completamente errado. Para expiar a culpa, assim que acordei, liguei para ela para pedir desculpas e acabar com o relacionamento. Escutei quase uma hora de xingamentos e desaforos pelo telefone, merecidos naquele memento. Escutei tudo sem reclamar, um verdadeiro cordeirinho de sacrifício. Sabia que o merecia, apenas queria terminar toda aquela estória ali mesmo, sem epílogos.
Quando voltei, imaginei que a única coisa que ela gostaria de fazer, era olhar para a minha cara de safado. Evitei-a no trabalho, mas ela fez questão de arranjar um memento na hora do almoço para me dar uma esculhambação daquelas. Já estava um pouco exagerado aquilo tudo, mas havia me comportado mal, tinha que aguentar. Mea culpa! Foi quando tudo mudou! O meu amigo (Mas que amigo!), o ex-namorado dela, veio conversar comigo. Começou tentando explicar algo que não estava entendendo patavinas. Me pediu desculpas e disse que não queria fazer aquilo, mas tinha sido muito forte e eles tinham assuntos não resolvidos e etc e tal. "Mas de que diabos tu tá falando?!" me irritei. Então, ele me contou que estava saindo com a minha querida "namorada" a mais de dois meses e que estava com ela no memento em que eu havia ligado. Ele não queria ser o motivo do fim de nosso relacionamento, mas aconteceu. Ele não podia estar falando sério! Dois meses que eu era corno! Porca miséria! Isto é uma tremenda sacanagem! Eu me sentimento o pior homem do mundo... e era apenas o maior idiota do mundo. Fiquei com uma raiva do tamanho do mundo, louco para enforcar alguém. Contei até dez e pedi que ele me explicasse aquela estória em todos os seus detalhes.
É claro, que fiquei puto de ser corno, mas o que me deixou com mais raiva foram os esporros dela e a humilhação pública que ela me fez passar com seu escândalo quando retornei ao trabalho. Não consegui acreditar que me senti tão culpado pelo que havia feito. Estava me sentindo muito mais culpado pelo meu comportamento de cordeirinho. Pensei em ir até ela e dizer poucas e boas, mas percebi que o melhor era esquecer e manter a distância. Não a queria mesmo e não estava interessado nela. Tudo fora um grande erro meu e deveria usar aquela lição para nunca mais repetí-la.
No dia seguinte quando ela ligou, bati o telefone em sua cara e avisei para a minha família nem me avisar se ela ligasse. Mesmo assim, ela ligou por quase quinze dias, no trabalho tentou algumas vezes falar comigo. Disse que aquela estória estava finito e não queria nem ouvir o som da voz dela e ainda a aconselhei a voltar para o meu amigo e ficarem bem felizes. Ok, parece coisa de corno conformado, mas para mim, a melhor coisa era me livrar disto de uma vez por todas. Deveria ter sido o fim, não? Ledo engano! Ela passou a me ligar direto, terminou o relacionamento com meu amigo, quer dizer, o caso com ele, e ficou no meu pé. Chegou a fazer uma declaração de amor e dizer que eu era o amor da vida dela. Achei aquilo a mais completa loucura e não consegui me livrar dela de jeito nenhum. Tive que pedir férias e sumir por um tempo para que ela não me encontrasse mais. Dá para acreditar? Como diria um amigo meu espanhol:"Tonteírias, mujer!"
Eu nunca vou entender as mulheres! Nunca, mesmo! Expurgo meus pecados todas as semanas aqui neste blog, mas continuo sem conseguir este ato simples, mas de imensa dificuldade. Confesso minha ignorância total! Mas por quê deste desabafo? Simples, após um ano de vida do blog, continuo cometendo as mesmas besteiras e vivenciando as mesmas situações, que todas as semanas escrevo sobre elas. Pensei, até mesmo em não contar isto aqui, mas não posso fazê-lo sem me colocar como uma pessoa falsa, já que conto sempre estórias de terceiros bem próximos a mim. Esta sou o protagonista, ou melhor dizendo... o antagonista deste conto.
Me apaixonei por uma colega de trabalho, tentei conquistá-la mostrando meus sentimentos e cortejando-a, mas não funcionou. Ela estava apaixonada por um grande amigo meu que, também, trabalhava no mesmo lugar. Nada errado com isso, pelo contrário, achei a decisão dela a mais correta possível. Ele era mais jovem, bem mais bonito e tinha uma situação mais estável que a minha. O relacionamento aconteceu e esqueci dela. Mas tenho que confessar, sempre fica aquele gostinho de derrota no ar, não? A rejeição sempre é difícil de lidar. Por mais que diga que não, você sempre fica um pouco ressentido e quer uma revanche.
Pois bem, ela veio! Algum tempo depois de ser rejeitado, a menina por quem estava atraído, terminou seu relacionamento com meu amigo. Voltamos a trabalhar junto e confesso que todo o sentimento anterior retornou, como se nunca houvesse sido rejeitado por ela. Acabamos saindo e iniciamos nosso namoro. Apesar do meu forte desejo por ela, o relacionamento estava morno e sem graça, na verdade, estava bem chato, pois não tínhamos quase nada a ver um com outro, mas fomos empurrando com a barriga aquela estória toda errada. Ninguém gosta de admitir que errou.
Tive que fazer uma viagem no mês de setembro e fiquei cinco dias fora. Em uma noite, conheci uma menina e acabei indo para a cama com ela. Normal! Mas percebi, então, que, realmente, não gostava da minha namorada, só queria dar a famosa revanche as rejeição que sofrera, ou seja, estava completamente errado. Para expiar a culpa, assim que acordei, liguei para ela para pedir desculpas e acabar com o relacionamento. Escutei quase uma hora de xingamentos e desaforos pelo telefone, merecidos naquele memento. Escutei tudo sem reclamar, um verdadeiro cordeirinho de sacrifício. Sabia que o merecia, apenas queria terminar toda aquela estória ali mesmo, sem epílogos.
Quando voltei, imaginei que a única coisa que ela gostaria de fazer, era olhar para a minha cara de safado. Evitei-a no trabalho, mas ela fez questão de arranjar um memento na hora do almoço para me dar uma esculhambação daquelas. Já estava um pouco exagerado aquilo tudo, mas havia me comportado mal, tinha que aguentar. Mea culpa! Foi quando tudo mudou! O meu amigo (Mas que amigo!), o ex-namorado dela, veio conversar comigo. Começou tentando explicar algo que não estava entendendo patavinas. Me pediu desculpas e disse que não queria fazer aquilo, mas tinha sido muito forte e eles tinham assuntos não resolvidos e etc e tal. "Mas de que diabos tu tá falando?!" me irritei. Então, ele me contou que estava saindo com a minha querida "namorada" a mais de dois meses e que estava com ela no memento em que eu havia ligado. Ele não queria ser o motivo do fim de nosso relacionamento, mas aconteceu. Ele não podia estar falando sério! Dois meses que eu era corno! Porca miséria! Isto é uma tremenda sacanagem! Eu me sentimento o pior homem do mundo... e era apenas o maior idiota do mundo. Fiquei com uma raiva do tamanho do mundo, louco para enforcar alguém. Contei até dez e pedi que ele me explicasse aquela estória em todos os seus detalhes.
É claro, que fiquei puto de ser corno, mas o que me deixou com mais raiva foram os esporros dela e a humilhação pública que ela me fez passar com seu escândalo quando retornei ao trabalho. Não consegui acreditar que me senti tão culpado pelo que havia feito. Estava me sentindo muito mais culpado pelo meu comportamento de cordeirinho. Pensei em ir até ela e dizer poucas e boas, mas percebi que o melhor era esquecer e manter a distância. Não a queria mesmo e não estava interessado nela. Tudo fora um grande erro meu e deveria usar aquela lição para nunca mais repetí-la.
No dia seguinte quando ela ligou, bati o telefone em sua cara e avisei para a minha família nem me avisar se ela ligasse. Mesmo assim, ela ligou por quase quinze dias, no trabalho tentou algumas vezes falar comigo. Disse que aquela estória estava finito e não queria nem ouvir o som da voz dela e ainda a aconselhei a voltar para o meu amigo e ficarem bem felizes. Ok, parece coisa de corno conformado, mas para mim, a melhor coisa era me livrar disto de uma vez por todas. Deveria ter sido o fim, não? Ledo engano! Ela passou a me ligar direto, terminou o relacionamento com meu amigo, quer dizer, o caso com ele, e ficou no meu pé. Chegou a fazer uma declaração de amor e dizer que eu era o amor da vida dela. Achei aquilo a mais completa loucura e não consegui me livrar dela de jeito nenhum. Tive que pedir férias e sumir por um tempo para que ela não me encontrasse mais. Dá para acreditar? Como diria um amigo meu espanhol:"Tonteírias, mujer!"
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