FANTOCHE
Das esperanças que tenho
Da vida,
Trago incólume
A esperança de liberdade.
Das mãos que cegas,
Recebem a ordens
De um cérebro confuso,
E as traduzem em
Primárias garatujas.
Da fresca água, colhida
Em oníricos campos,
Ao cáustico deserto
Da aridez do real.
A insanidade oscila,
Ora oculta em alegre
Maquiagem
Ora mostrada nua
À impiedade
De um espelho,
Numa constante loucura,
Que em sonho,
E somente em sonho,
Pretende um dia libertar.
Da vida,
Trago incólume
A esperança de liberdade.
Das mãos que cegas,
Recebem a ordens
De um cérebro confuso,
E as traduzem em
Primárias garatujas.
Da fresca água, colhida
Em oníricos campos,
Ao cáustico deserto
Da aridez do real.
A insanidade oscila,
Ora oculta em alegre
Maquiagem
Ora mostrada nua
À impiedade
De um espelho,
Numa constante loucura,
Que em sonho,
E somente em sonho,
Pretende um dia libertar.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
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