Nosso poeta nos traz apergunta mais óbvia do ser humano: por quê stamos aqui? Qual o melhor caminho a seguir nessa vida tão difícil? Como sempre, nos faz pensar em nós mesmos e em nossas decisões, tão duras de serem tomadas com tão poucas informações. Não há curso para ensinar Como Viver a Vida, infelizmente.
ONDE ESTOU
Miro a vida e por ela vejo
Dois horizontes,
Um de curto trajeto
Que abruptamente
Termina em uma rocha negra.
E um outro horizonte longo
Que termina no infinito.
Quando de mim se apossa
A imagem da esperança,
O curto horizonte
Destrói sua trajetória,
Interpondo-lhe um paredão,
Mas quando sou tomado
Pela imagem do sofrimento,
É o horizonte que termina
No infinito, que toma seu lugar,
Conduzindo a vida,
Ou por ela conduzido.
Alterno assim minha existência,
Entre a intimidade com o sofrimento
E a eterna saudade da esperança.
Dois horizontes,
Um de curto trajeto
Que abruptamente
Termina em uma rocha negra.
E um outro horizonte longo
Que termina no infinito.
Quando de mim se apossa
A imagem da esperança,
O curto horizonte
Destrói sua trajetória,
Interpondo-lhe um paredão,
Mas quando sou tomado
Pela imagem do sofrimento,
É o horizonte que termina
No infinito, que toma seu lugar,
Conduzindo a vida,
Ou por ela conduzido.
Alterno assim minha existência,
Entre a intimidade com o sofrimento
E a eterna saudade da esperança.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
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