Para onde vamos? Qual nosso destino? Somos nós quem decide isto? Nosso poeta toca neste delicado assunto, nos dando um norte ao qual podemos seguir.
Há na vida pouco mais que o acaso.
Inesperado vento
De origem desconhecida,
Que destrói o planejamento
De seguras rotas
E nos coloca à deriva,
Num sem fim
Mar de possibilidades,
Na ânsia da segurança
De um porto,
Traçamos novas vias imaginárias,
Que acreditamos capazes
De dar às nossas mãos
O domínio de leme
De nós mesmos.
Mas o aleatório existe.
Assombra direções e sentidos
E nos faz alvo,
À mercê de si próprio.
De tal modo se mostra
Surpreendente a ação do acaso,
Que esta pode nos conduzir serenos,
A alcançar nosso destino
Sem desnortear nossas bússolas,
Nem rasgar nossos mapas.
O VENTO E O LEME
Há na vida pouco mais que o acaso.
Inesperado vento
De origem desconhecida,
Que destrói o planejamento
De seguras rotas
E nos coloca à deriva,
Num sem fim
Mar de possibilidades,
Na ânsia da segurança
De um porto,
Traçamos novas vias imaginárias,
Que acreditamos capazes
De dar às nossas mãos
O domínio de leme
De nós mesmos.
Mas o aleatório existe.
Assombra direções e sentidos
E nos faz alvo,
À mercê de si próprio.
De tal modo se mostra
Surpreendente a ação do acaso,
Que esta pode nos conduzir serenos,
A alcançar nosso destino
Sem desnortear nossas bússolas,
Nem rasgar nossos mapas.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
mgran@urbi.com.br
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