Consequências! Tudo na vida tem preço e consequências. Não importa o que pensamos... um dia seremos cobrados por nossas ações e atitudes. Não é um assunto religioso... não é carma... é apenas a vida sem posta em movimento por nós mesmos. Nosso poeta se pergunta como e quando isto vai ocorrer na sua própria vida. Uma pergunta que poderia ser feita por qualquer um de nós... que tem uma vida.
COMO & QUANDO?
Bebo o amargo do dia
Todos os dias,
Consulto o relógio,
Confiro o calendário.
Pergunto a mim
E a quem possa
Ouvir o meu silêncio,
Quanto ainda terei que
Esperar do imensurável
Tempo, até que os espinhos
Que não cultivei,
Se deixem vencidos pelas flores
Que penso ter semeado?
Vem a noite e me engasgo
Com a brasa da noite,
Todas as noites.
Ouço no barulho dos pesadelos
A metamorfose das coisas
Conduzida pelo tempo.
Na interface de um breve sonho,
Visualizo
Fulgares flores,
Que logo murcham
Sob a Cáustica do dominante pesadelo.
A noite se retira em respeito ao dia,
Que da-me de beber sua inevitável
Porção amarga,
E então, pergunto a mim
E aquém possa ouvir
O meu silêncio.
Como e quando?
Todos os dias,
Consulto o relógio,
Confiro o calendário.
Pergunto a mim
E a quem possa
Ouvir o meu silêncio,
Quanto ainda terei que
Esperar do imensurável
Tempo, até que os espinhos
Que não cultivei,
Se deixem vencidos pelas flores
Que penso ter semeado?
Vem a noite e me engasgo
Com a brasa da noite,
Todas as noites.
Ouço no barulho dos pesadelos
A metamorfose das coisas
Conduzida pelo tempo.
Na interface de um breve sonho,
Visualizo
Fulgares flores,
Que logo murcham
Sob a Cáustica do dominante pesadelo.
A noite se retira em respeito ao dia,
Que da-me de beber sua inevitável
Porção amarga,
E então, pergunto a mim
E aquém possa ouvir
O meu silêncio.
Como e quando?
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
mgran@urbi.com.br
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