"Nem tudo que reluz é ouro!", ditado popular que já foi bem mais conhecido. Passa a clara mensagem que as aparências enganam e nossos olhos não são bons conselheiros. Os versos de nosso poeta esta semana tratam deste tema delicado, vamos apreciá-lo.
APENAS ILUSÃO
Voa desajeitado o antigo besouro
De forma arcaica
E aerodinâmica desfavorável.
Com sacrifício procura
Manter-se no ar
Na tentativa de livrar-se
Das trevas
E alcançar a traiçoeira luz.
Atira-se contra a alva parede
Como que para celebrar seu êxito,
Vai ao chão
E levanta-se num vôo amorfo
Até a fonte de luz.
Está agora próximo ao fim,
Pois ao abandonar as trevas
Que o amedrontava
Mas o protegia,
Encontrou a clara luz
Que lhe abriu os olhos
E lhe mostrou a morte.
De forma arcaica
E aerodinâmica desfavorável.
Com sacrifício procura
Manter-se no ar
Na tentativa de livrar-se
Das trevas
E alcançar a traiçoeira luz.
Atira-se contra a alva parede
Como que para celebrar seu êxito,
Vai ao chão
E levanta-se num vôo amorfo
Até a fonte de luz.
Está agora próximo ao fim,
Pois ao abandonar as trevas
Que o amedrontava
Mas o protegia,
Encontrou a clara luz
Que lhe abriu os olhos
E lhe mostrou a morte.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
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