Febre e desejo. Paixão e consumação. Palavras que se confundem e nos dão idéias erradas sobre nós mesmos. Nosso poeta demonstra isto com uma simples analogia, que vocês compreenderam abaixo.
Oh desespero crescente,
Ilusão transformada
Em loucura.
Procuro-te em vão
Em cada cabelo;
Em cada olhar;
Em cada andar;
Em cada perfume.
Acordo desapontado
E mergulho no pesadelo
De acreditar que não mais
Existe.
Faço nova viagem
E agora estou certo
De sua presença,
Sinto-a dentro de mim
Pulso no seu ritmo.
Ouço com os teus ouvidos
Sinto a dor que sentes
E vejo o mundo com os teus
Olhos.
Estás no meu sangue
E falta-me célula que não a tem.
Acordo porém,
O sonho é breve
E como homem
Uma ilusão não basta.
Desejo vê-la
Desejo senti-la
Desejo tê-la.
FEBRE
Oh desespero crescente,
Ilusão transformada
Em loucura.
Procuro-te em vão
Em cada cabelo;
Em cada olhar;
Em cada andar;
Em cada perfume.
Acordo desapontado
E mergulho no pesadelo
De acreditar que não mais
Existe.
Faço nova viagem
E agora estou certo
De sua presença,
Sinto-a dentro de mim
Pulso no seu ritmo.
Ouço com os teus ouvidos
Sinto a dor que sentes
E vejo o mundo com os teus
Olhos.
Estás no meu sangue
E falta-me célula que não a tem.
Acordo porém,
O sonho é breve
E como homem
Uma ilusão não basta.
Desejo vê-la
Desejo senti-la
Desejo tê-la.
Maurício Grabzinolli
mgran@urbi.com.br
mgran@urbi.com.br
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