O Governo deveria governar, organizar e melhorar o funcionamento da vida de seus cidadãos. As pessoas deviam se beneficiar de seus serviços e de suas ações. Mas, lógica invertida, o Governo parece agir de forma contrária a estas máximas. Parece que, quanto mais desgoverno, desorganização e a piora na vida das pessoas é o objetivo primário a ser alcançado. Verdade ou mentira é a discussão política de nosso poeta o dia de hoje.
Atormentaste enquanto espírito
As consciências dos conscientes,
Perturbaste com suas críticas
A ordem dos organizados,
Espalhaste sua falsa
Boa semente,
Para que o vento a transportasse
E fecunda, germinasse
Nos ouvidos esperançosos.
Apostaste protegido pela tua ausência
Injustiças que não conhecera.
Espalhaste por fim a discórdia
E ansiaste pelo desgoverno.
Estás agora materializado,
Oh covarde consciência oculta,
Assumiste o corpo
Que antes amaldiçoara,
E justamente se fez vítima
De suas próprias idéias e palavras.
Que fazer agora sem a proteção
De sua conveniente ausência?
E com o corpo exposto às mesmas críticas
Que de forma apocalíptica tecia?
Como dar conta agora
Dos filhos que hão de nascer
Das mentes emprenhadas
De frustradas esperanças?
Devias sentir agora o peso
De um espírito encarnado,
Mas hipocritamente sorri,
Pois depositaste com sarcasmo
Nos ombros de milhões
Aquela mesma pesada cruz
Que prometeste destruir.
Atormentaste enquanto espírito
As consciências dos conscientes,
Perturbaste com suas críticas
A ordem dos organizados,
Espalhaste sua falsa
Boa semente,
Para que o vento a transportasse
E fecunda, germinasse
Nos ouvidos esperançosos.
Apostaste protegido pela tua ausência
Injustiças que não conhecera.
Espalhaste por fim a discórdia
E ansiaste pelo desgoverno.
Estás agora materializado,
Oh covarde consciência oculta,
Assumiste o corpo
Que antes amaldiçoara,
E justamente se fez vítima
De suas próprias idéias e palavras.
Que fazer agora sem a proteção
De sua conveniente ausência?
E com o corpo exposto às mesmas críticas
Que de forma apocalíptica tecia?
Como dar conta agora
Dos filhos que hão de nascer
Das mentes emprenhadas
De frustradas esperanças?
Devias sentir agora o peso
De um espírito encarnado,
Mas hipocritamente sorri,
Pois depositaste com sarcasmo
Nos ombros de milhões
Aquela mesma pesada cruz
Que prometeste destruir.
Maurício Granzinolli
mgran@urbi.com.br
mgran@urbi.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário